O crescimento econômico chinês, verificado após a implantação de práticas capitalistas, com a abertura do seu mercado ao capital estrangeiro, continua despertando a atenção do mundo. Principalmente quando as maiores economias do planeta vivem um momento frágil, de crises econômicas que ainda preocupam.
Esse crescimento do país oriental tem seu preço. E não sai barato!
Um dos grandes problemas enfrentados pela população e pelo governo chinês é a poluição. Veja matéria publicada em 2012, na internet, sobre esse tema (clique em "continue lendo").
José
Eduardo Mendonça - 23/04/2012 às 08:37
Economia
vai bem. Já a natureza…
O rápido crescimento chinês tem sido
conquistado à custa do ambiente, com uma exploração excessiva de recursos
naturais e a expansão de indústrias altamente poluentes, além de um enorme
crescimento populacional. Tudo isso tem deixado cicatrizes profundas na
paisagem do país.
Como resultado da urbanização, a
qualidade do ar piora, e muitas cidades chinesas ostentam os piores índices de
poluição do mundo. De acordo com um documento divulgado na quinta-feira passada
pela Friends of Nature, uma organização de proteção ambiental baseada em
Beijing, a capital chinesa ocupa a vigésima nona posição em termos de qualidade
do ar entre 31 capitais de províncias e outras cidades.
A escassez de água e sua contaminação
são outro problema do desenvolvimento chinês, e ameaçam o bem estar dos
cidadãos. Três quartos das cidades da China têm problemas de escassez, e cerca
de 300 milhões de moradores rurais não tem acesso a água potável segura. Há uma
falta de mais de 50 bilhões de metros cúbicos por ano, disse no mês passado Hu
Siyi, vice-ministro de recursos hidricos.
De acordo com uma avaliação ambiental
feita pelo governo em 2010, mais de metade das cidades chinesas são afetadas
por chuva ácida. Cerca de 40 por cento dos rios mais importantes são tão
poluídos que suas águas podem apenas ser usadas para propósitos
industriais.Segundo o relatório, mais de 57 por cento de amostras de água de
subsolo em 182 cidades foram classificadas como ruins ou extremamente ruins.
Além disso, a nação de 1.3 bilhão de
pessoas depara com um declínio constante de área agricultável, por conta da
urbanização e maciças construções de infraestrutura. É necessário que esta
terra não encolha abaixo dos 120 milhões de hectares, mas esta margem está
muito próxima, de acordo com o Diário do
Povo.
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planeta-urgente/os-problemas-ambientais-do-crescimento-chines
Um comentário:
Prezado professor Armando parabéns pelo texto objetivo e muito informativo. Cenário muito preocupante, pois a recuperação do meio ambiente é custosa e demorada, ainda que imprescindível .
Geografia Newton Almeida
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